Literatura

Como é ser mulher hoje?
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Como é ser mulher hoje?

Ludimilla Barreira* Vou falar por mim. Talvez algumas pessoas se identifiquem, pois são circunstâncias semelhantes, algumas agravadas por diversas situações, principalmente a cor da pele ou a condição econômica, somando-se à falta de esclarecimento ou ao próprio reconhecimento de si como indivíduo de direitos. Honestamente, para mim, que estou em uma situação de privilégio socioeconômico, de mulher hetero, branca, casada e com emprego estável, aparentemente chegamos a um momento em que nem precisamos mais lutar por direitos. Sob uma análise rápida, consegui alcançar muito do que estava na pauta feminista no início do século XX. Apesar de ter direito ao voto, um emprego com salário equânime (pelo menos na teoria), leis que me protegem da violência, além da certeza e do poder de saber ...
Alvo
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Alvo

Francisco Joherbete* O alvo que queroé algo inexplicávelalgo triste e amadotem dor e amoré algo mal falado. Lembranças ruins me cercamme batem e maltratacom gemidos e gritosfaço só desgraças. Pedidos e amigossão como águamatam a sede,mas logo acabate batendo e gritandolhe xingam e te maltrata. Não vou mais falar para não realçara tristeza que tem no meu olharcom dores de amorfalsidade ideológicaessas são as minhas lembrançase os alvos que quero esquecer. Sobre o autor: Francisco Joherbete *Aluno do 8° ano do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti. Gosta de ler poesias e de fazer também. “Abrace sua tristeza”.
Kim Jiyoung – a dura caminhada da mulher
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Kim Jiyoung – a dura caminhada da mulher

Luciana Bessa* Kim Jiyoung, nascida em 1982, da escritora coreana Cho Nam-Joo é uma obra relativamente curta (172 páginas), mas extensa de situações revoltantes que envolvem a mulher. O livro é um presente da amiga Shirley Pinheiro, depois de me ouvir dizer: “ainda não li nenhuma escritora asiática”. A obra encontra-se dividida em cinco partes permitindo-nos que conheçamos a protagonista desde o seu nascimento até 2016, ano em que ela foi diagnosticada com depressão pós-parto, que progrediu para depressão materna, fazendo com que precisasse de duas sessões semanais de quarenta e cinco minutos com um psiquiatra. Ser mulher, “especialmente uma mãe, na Coreia” é uma jornada de violências que começa com o próprio fato de nascer mulher em um país favorável ao aborto, não por respeitar ...
O Crato
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O Crato

Francisco Joherbete* Crato lugar brasileirocidade triunfalpatrimônios admiráveiseducação sem igual. A chapada é grandelinda e perfeitaVerde e Formosaestreando sua beleza. O Centro CulturalGeossítios, balneários,geopark e sítiossão seu legadode ser cidade linda e bonita de verdade. Apresento o Crato pra vocêsLugar lindo de verdadetrate com confiançae honre seu legadode ser cidade marcada com alegriae amor de verdade. Sobre o autor: Francisco Joherbete *Aluno do 8° ano do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti. Gosta de ler poesias e de fazer também. "Abrace sua tristeza".
Amor de porta
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Amor de porta

Francisco Joherbete* Quero uma portaque seja de valoruma porta inteiraque mostra amoruma porta limpacom maçaneta de ferro fundidoque mostra seu amor. Amor de porta é uma sensação harmoniosaé algo inesquecívelque demonstre passarelagrande, formosae desfila sobre guerrao amor de porta é algo como meu:fecha e abrecom meu sorriso no teu. A porta bonita que faloé algo chamativoonde vem um zumbido de abelhaalegre fazendo seu ninhogrande e novosó que reconstruindocomo uma porta novana beira de um lindo abismo. Sobre o autor Francisco Joherbete *Aluno do 8° ano do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti. Gosta de ler poesias e de fazer também. "Abrace sua tristeza".
MEMÓRIAS DE LINCE
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MEMÓRIAS DE LINCE

Janir Ribeiro* 1.Além de historiadora, professora e, agora, escritora. Por que enveredar no mundo da escrita literária? Muitas pessoas me perguntam sobre os motivos que me levaram a querer escrever e publicar (mesmo depois dos 60 anos). Respondo que fui buscar inspiração na infância. E mais tarde, quando estudava alguns temas ou me deparava com alguma situação inconveniente, me pegava lembrando lá das minhas primeiras memórias e imaginação. Cenas e imagens de pessoas que me acompanharam por anos. Lendo os processos da história via lacunas e não encontrava respostas.  Comecei a fazer anotações já dentro de uma perspectiva decolonial. Eu tinha ideia dos temas que queria abordar. No entanto, desconhecia as estruturas narrativas e com tantas outras ocupações, engavetava os meus rascun...
Berço da Humanidade
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Berço da Humanidade

João Lucas Furtado Delfino* Grande África, imenso continente,Terra de grandes heróis e heroínas,Reino de Oió, Ndongo e Merina.Que tiveram o brilho roubado pelo ocidente. Aqualtune, majestosa princesa congolesa,Pelos portugueses, tirada da realeza,De um navio negreiro, trazida para aqui.Logo se tornou avó do grande rei Zumbi. Rainha Nzinga, lider angolana,Que defendeu sua nação soberana.Exemplo de mulher que por seu povo lutou,E enquanto esteve viva, nunca o abandonou. África, minha grande inspiração.Território com sua triste história.Nos lastimamos com ela na memória.Viva a África e a sua população! Sobre o autor: João Lucas Furtado Delfino *Estudante do 1° ano do Ensino Médio. Admirador do poeta Castro Alves e de seus poemas abolicionistas. Interesse em escrev...
A escola
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A escola

Francisco Joherbete* Eu sou alegre, preto e sorridentemuitos não me conhecemmas eu sou boa gentesou estudante de Escola Municipalsou feliz com minha escolaque acham que eu a levo mal. Ela é grande e espaçosabonita por dentro e por foraapresento para vocês o Colégio Municipalescola antiga, mas contínuo querer comotal ser colhedora e marcada com amor. Muitos dizem que o MunicipalÉ uma escola ruim e feiamas não sabe o valor dessa escolanão leve eles a malpois não sabem o que vale o Colégio Municipal. Sobre o autor: Francisco Joherbete *Aluno do 8° ano do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti. Gosta de ler poesias e de fazer também. "Abrace sua tristeza".
Primeiro amor
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Primeiro amor

Ketlyn Wynne Diniz Marques* LembrançasQue minha mente não esqueceBelos momentosQue na alma não morreuQue ficou em minha memóriaRegistrados.HojeLembrando de espinhos e de floresEstradas de tristezasCobertas de flores secasQue está sendo carregadas por mim. Fatos que ainda não sumiramComo redemoinhoVárias lembrançasTantas comigo guardadasEstão vivas aqui.Apesar do tempoDe tão longa distânciaNão suavizouA minha enorme saudadeDo meu amorQue me parece que foi ontemEm que vivi. Mas esquecê-las mesmoNunca quisPorque não teria quem contasseComo foi lindoEsse meu grande e primeiro amor. Sobre a autora: Ketlyn Wynne Diniz Marques *Aluna do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcante - Crato
A verdade me mudou
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A verdade me mudou

Francisco Joherbete* Um dia eu comecei a estudar a verdadecompreendi e me expresseicom muito amor me apaixoneia descobrir a verdadeeu mudei. Eu era arrogante e hoje não sou maisfalso era eu, e hoje não sou maisa melhor coisa que fiz foi estudar a bíbliahoje ajudo outros a encontrar a verdadee me orgulho com amor e imparcialidade. Sou do povo de Jeováe não tenho preconceitoTestemunha de Jeovásou eu com muito respeito. Gosto de ajudar outros tambémsou alegre hospitaleiroseja bem-vindo ao presente verdadeiro.Eu sou de Jeováe quero te ajudara encontrar o presente perfeito. Sobre o autor: Francisco Joherbete *Aluno do 8° ano do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti. Gosta de ler poesias e de fazer também. "Abrace sua tristeza".